30/12/05

E para 2006...

A administração deste WC de tasca vil e suja, cujo papel higiénico é folha de lista telefónica da região oeste, ano 1996-1997, deseja à súcia de inuteis coprofágicos, sedentos de conversa fiada sobre as excrescências mais repugnantes produzidas pelos recantos mais reconditos do Ser, e que perdem o seu precioso tempo a visitarem estes sanitários, um feliz 2006, repleto de opulentas, fumegantes e pastosas cagadas, e homéricos, esplenderosos e fétidos peidos.
Que entrem em 2006 com o ímpeto de um cagalhão a rasgar caminho através os entrefolhos do anús, e com o arrebatamento com que percorre os turtuosos caminhos do sifão da sanita, rumo a um destino inexorável numa qualquer conduta de esgoto.
Que o clamor da vossa festa seja sonoro como um rasgador implacavel após uma orgia de feijoada.
Bebam que nem odres, festejem que nem vikings, cantem com se não houvesse amanhã.
E depois, ressaquem como uns miseráveis.
Eu, por minha parte, tentarei fazê-lo o melhor que posso e sei.
Prometo desde já uma crónica sobre a ressaca de domingo, e consequentes efeitos fecais.
Para abrir 2006 ao melhor estilo Sanita...
Beijos e abraços, e votos de um 2006 em altas.
Até já.

14/11/05

conto enviado antigo colega de turma...

folgo em saber que o Blog de Sanita mantém uma legião de fans. desta vez, o meu colega da faculdade e amigo Tito enviou-me este conto particularmente badalhoco, mas que pela sua piada promovo-o a post.
cá vai disto:
"Quem já teve uma dor de barriga, sabe como é... esta éuma simples história que pode acontecer a qualquer um...Aeroporto de Lisboa, 15h30m Tenho um pequeno mal-estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada e uma cagada não aliviasse. Mas, atrasado para apanhar o autocarro que me levaria para o aeroporto, do outro lado da cidade, de onde partiria o voo para Estocolmo, resolvi segurar as pontas, "afinal de contas, são só uns 15 minutos de viagem.Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar uma mija tranquila". O avião só sairia as 16h30m. Entrando no autocarro, sem sanitários, senti a primeira contracção e tomei consciência de quea minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no wc do aeroporto. Virei-me para o meu amigo que me acompanhava e, subtilmente, disse-lhe: “Fogo, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar a farinheira."Nesse momento, senti o cagalhão a beliscar as minhas cuecas, mas pus a força de vontade a trabalhar e segurei a onda. O autocarro nem tinha começado a andar quando para meu desespero, uma voz disse pelo altifalante: "Senhoras e senhores, devido ao muito trânsito, a nossa viagem até ao aeroporto levará cerca de 1 hora". Aí o cagalhão ficou maluco querendo sair a qualquer custo! Fiz um esforço hercúleo para segurar o comboio de merda que estava para chegar na estação ânus a qualquer momento. Suava em bicas. O meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para gozar comigo.O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais indicandoque pelo menos por enquanto, as coisas tinham-se acomodado por ali. Tentava-me distrair vendo a paisagem mas só conseguia pensar numa casa de banho, não numa igual à dos sanitários públicos, mas uma comuma sanita, tão branca e tão limpa que alguém poderia pôr o seualmoço nela. E o papel higiénicoentão: era branco e macio e com textura e perfume e... oops!Senti um volume almofadado entre o meu traseiro e o assento do autocarro e percebi consternado que havia cagado. Um cocó sólido e comprido, daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que dá vontade de ligar para os amigos e parentes e convidá-los a apreciar, na sanita, tão perfeita obra: daria até para a expor noCCB! Mas, sem dúvida, não neste caso. Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de solidariedade, e confessei-lhe de modo muitosério: "Olha, caguei-me."Quando o meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou-me a ficar no centro da cidade, escala que o autocarro faria pelo meio da viagem,e que me limpasse em algum lugar. Mas resolvi que ia seguir viagem,pois agora estava tudo sob controlo."Que se lixe, limpo-me no aeroporto," – pensei – "pior do que como estou não fico". Mal o autocarro entrou em movimento, a cólica recomeçou forte. Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira, mas não pude evitar, e sem muita cerimónia ou anunciação, veio a segunda leva de merda. Desta vez como uma pasta morna. Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e lambuzando o cu, cuecas, barra da camisa, pernas, calças, meias e pés. Logo a seguir, mais uma cólica anunciando mais merda, agoralíquida, das que queimam o fofo do freguês ao sair rumo à liberdade. E, no instante seguinte, um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar... afinal de contas o que era um peidinho para quem já estava todo cagado. Já o peido seguinte foi do tipo que pesa e eu caguei-me pela quarta vez. Lembrei-me de um amigo que, certa vez, estava com tanta caganeira que resolveu pôr um penso higiéniconas cuecas, mas colocou-o com as linhas adesivasviradas para cima e, quando quis tirá-lo, levou metadedos pêlos dorabo junto. Mas era tarde demais para tal artifício absorvente.Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia ajudar-me a limpar a sujeira. Finalmente cheguei ao aeroporto e, saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo queapanhasse a minha mala na bagageira do autocarro e a levasse aos sanitários do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas. Corripara a casa de banho e entrando de porta em porta, constatei a falta de papel higiénico em todas as cinco portas. Olhei para cimae blasfemei:"Agora chega, Pá?!"Entrei na última porta, mesmo sem papel, e tirei a roupa toda para analisar a minha situação (que conclui como sendo o fundo do poço) e esperar pela mala da salvação, com roupas limpinhas e cheirosas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia.Entretanto, o meu amigo entrou na casa de banho cheiode pressa... já tinha feito o "check- in" e disse-me que tinha que ir depressa avisar o voo para esperarem por nós. Mandou por cima da porta o cartão de embarque e a minha maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto de minha parte. Eletinha-se enganado na mala que eu aguardava e já tinha despachado a mala com roupas. Na mala de mão só tinha um pullover de lã com gola em bico. Atemperatura em Lisboa nesta altura era de aproximadamente 37 graus.Desesperado, comecei a analisar quais das minhasroupas seriam, de algum modo, aproveitáveis.As minhas cuecas, mandei- as para o lixo.A camisa era história.As calças estavam deploráveis, assim como as minhasmeias, que mudaram de cor tingidas pela merda.Aos meus sapatos dava-lhes nota 3, numa escala de 1 a 10.Teria que improvisar.A invenção é filha da necessidade, então transformei uma simples casa de banho pública numa magnífica máquina de lavar.Virei as calças do lado avesso, segurei-a pela barra,e mergulhei a parte atingida na água.Comecei a dar ao autoclismo até que o grosso da merda se desprendeu.Estava pronto para embarcar.Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direcção ao portão de embarque trajando sapatos sem meias,calças vestidas do avesso e molhadas da cintura até ao joelho (não exactamente limpas) e o pullover de gola em bico sem camisa. Mas caminhava com a dignidade de um lorde.Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam à espera do "rapaz que estava na casa de banho" e atravessei todo ocorredor até ao meu assento ao lado do meu amigo que sorria. A hospedeira aproximou-se e perguntou-me se precisava de algo. Eu cheguei a pensar em pedir uma gilette para cortaros pulsos ou 130 toalhinhas perfumadas para disfarçaro cheiro de fossa transbordante, mas decidi não as pedir... erespondi-lhe com uma esforçada cara angélica:Nada, obrigado... ele só queria mesmo era esquecereste dia de MERDA!"

11/11/05

É preciso ter galo...




















Imaginem os meus fieis leitores, a qualidade de vida deste infeliz presidiário daqui a cerca de 3 minutos.

De volta à cela, impulsionado por um géiser fecal.

É-me dificil imaginar situação mais cruel...

08/08/05

sobre o peido nos habitáculos (dedicado ao amigo Vasco - com a devida vénia - que me sugeriu este tema para post)

Se há sitio onde gosto de me peidar, é a bordo de carros.
Sempre que algum amigo compra carro, tenho que o estrear da melhor forma que sei, que é largar uns belos peidos nos bancos da viatura, de preferência com o dono a bordo, gabar-me disso dando-lhe conta de tal, ver a reacção entre o incrédulo e o enojado, ouvir os respectivos comentários do proprietário, que andam à volta de “ cabrão, o carro chegou ontem, e tu já me fizeste isto” ou “porra, isto vai ficar com este cheiro o dia todo”.
O gozo de peidar num carro balança entre o egoísmo puro do peido sem interlocutor directo, i.é., quando não temos ninguém a bordo, ou da pura sacanice de peidar num habitáculo geralmente acanhado, com mais pessoas a bordo, que têm que suportar o cheiro pelo menos por alguns segundos, que são de pura gozo sádico para o peidante, sendo que os outros não têm outra solução que não seja a de abrir a janela resmungando entre dentes uma série de insultos da mais variada espécie.
Se a coisa for em dia invernoso, chega a ser vil um tipo de coisas destas.
O gozo que está associado ao peido no habitáculo tem graus de intensidade diversos, conforme a sua natureza.
No peido a solo, sensação de gozo e orgulho é similar à do peido dado na cama, quando dormimos sem companhia claro. É um prazer quase onânico, uma pura masturbação volátil e metânica. Peidamo-nos, celebramos e orgulhamo-nos do nosso peido com um amor parental, como celebraríamos o sucesso dos nossos descendentes. Com a diferença que não conseguimos dar-lhes beijinhos e abraços.
No peido acompanhado, trata-se apenas da pura intenção de lixar o próximo. É semelhante ao gozo de peidar num transporte público, ou numa fila duma repartição, mas com a diferença de que os gaseados sabem quem os gaseou. É, no fundo, uma “solução final” ao melhor estilo nacional-socialista, mas em pequena escala, e sem as consequências nefastas desses eventos. Temos um momento joseph mengele, embora atenuado

Outra particularidade do peido a bordo, tem a ver com a natureza dos estofos. Os estofos de pele favorecem os peidos sonoros. Um rasgador assenta sempre bem numas baquets reccaro, que lhe aguça as notas altas, realçando-lhe todas as oitavas de que é capaz. A chatice é que o cheiro não entranha em bancos de pele, o que torna frustrante qualquer tentativa de fazer um campo inteiro num habitáculo ornado com bancos de pele.
Os bancos de tecido, por seu turno, são óptimos para peidos fétidos, porque o cheiro entranha, e perdura ad eternum no habitáculo, o que torna qualquer viagem nestas condições numa tortura impar. Um bom peido fétido nuns bancos de tecido ou de veludo, garantem pelo menos 5 minutos de caras enojadas, e uns bons 15 minutos de expressões como “foda-se, ainda cheira. Que nojo”.
Uma ultima palavra para os peidos em carro dotados de ar condicionado. São extremamente eficazes, pois quando o ar condicionado vai ligado, as janelas estão sempre fechadas, o que assegura a sua durabilidade. Depois, a circulação de ar encarrega-se de tornar qualquer peido num campo inteiro, bem como asseverar a eternização do mesmo, embora numa versão fresca. Isto é, como devem ser servidas as melhores vinganças...

26/07/05


Este blog precisa de ser desentupido

20/05/05

quando a loiça é pintada a tinta da china...

Esta 5.ª aconteceu-me algo que não me sucedia à longo tempo: na useira e vezeira visita à sentina, eis senão quando, sou presenteado com um ufano cagalhão daqueles que mascarram a pia de um preto estilo breu, isto é, uma bela cagada a tinta-da-china.
Tal fenómeno era algo que ocorria frequentemente quando era puto, e me embebedava copiosamente com tintol carrascão, o lendário pedroso do lebre.
Era a época em que as cagadas eram absolutamente fétidas, nauseabundas, pútridas, infectas, pestilentas, enfim, todos os adjectivos seria suaves para caracterizarem as dejecções do pedroso. Geralmente davam-me náuseas, para terem ideia da gravidade da coisa...
Houve um verão, à uns anitos, que tive uma crise intestinal após a celebração de um aniversário que se prolongou por uma semana ou mais, sempre a encher a cara que nem um odre.
O resultado é que às tantas me ia desintegrando tal era a quantidade de vezes que me borrava todo.
Garanto-vos que se alminha eu tivesse, me teria saído nessa semana pelo cu, pia abaixo.
Mas para meu bem, uma das minhas manas arranjou-me uns comprimidos “made in holland”, à base de carvão, e que se tomavam aos 20 de cada vez. Eram sensivelmente do tamanho de aspirinas, portanto calculem a pançada de carvão que levava de cada vez...
O resultado, é que ao fim de 3 ou 4 doses, comecei a mandar umas cagadas em que após a dita, contemplava orgulhosamente a minha “obra”, e ficava a interrogar-me sobre se não teria ingerido corvo ao almoço...
Meus caros leitores, que cagalhões tão retintos eu criei!!!! Mais pretos que o Lourenço, o jogador do SCP. E duros, que parecia que estava a cagar vigas de aço. Pintadela à pistola, adeusinho...
Bem-dito sejas, carvão.
Desta vez, a causa é mais trivial: duas jantaradas na 2ª e na 3ª, de chocos com tinta, tiveram esse efeito.
Posso dizer então, com alguma propriedade que, de certa forma, foi uma cagada saudosista e revivalista.
Porque as cagadas também são feitas disto, de memórias, que se desvanecem fisicamente com o puxar do autoclismo, mas continuam a fazer parte do imaginário escatológico de cada um de nós...

06/04/05

requiem p'lo peido - tomo 3: alguns aspectos sobre nutrição

é certo e sabido, nem todos os manjares são aptos à boa produção do peido.
a história da ciência peidológica sempre reconheceu às leguminosas, nas suas varidas cambiantes, uma capacidade inaudita de transformar qualquer rabo de filme mudo num moderno sistema 5.1 de emissão de ondas sonoras gaseificadas, com efeito suround dos mais fétidos aromas.
os efeitos que provocam variam de acordo com o tipo de leguminosa de que falamos, algumas produzem peidos mais ou menos sonoros, mais ou menos rasgadores, mais ou menos fedorentos...
nas proximas linhas desenvolveremos alguns efeitos que essas leguminosas provocam no organismo, do ponto de vista tipolóico, bem como outros alimentos, ou bebidas.
o peido de feijão: o feijão é dos alimentos que conheço mais equilibrados em termos de peidos, especialmente na sua variante feijão-encarnado. a sua capacidade de produzir peidos das mais variadas espécies continua a surpreender. é certo e sabido que qualquer pessoa vira uma bela feijoada à transmontana, e tem festival de rasgadores, voos de abelha, bufas e traques, etc. é um fartar-vilanagem de flatulência, sendo que o efeito-surpresa do peido de feijão encarnado é aqui pedra de toque. se fizermos chillie com esse tipo de feijão, a coisa toma proporções holocausticas, sendo que qualquer peido será acompanhado de uma valente escaldadela do bordeledo do rabo, por força do picante, seguido de um efeito naso-napalm com um alcance de p'lo menos 25 m2.
o feijão-frade também é muito competente, embora aqui ao haja grande efeito urpresa. o peido do feijão-frade geralmente é um rasgador de algum nivel decibélico, mas especialmente longo, longo, longo... é comum ultrapassarem os 5 sgds. o que faz com que sejam extremamente gratificantes qundo emandos na banheira. geralmente cheiram mal, mas não atingem as proporções do feijão-encarnado. o feijão-preto também tem a sua graça, proporciona uns peidos curtos e secos, e com alto grau decibélico, uma espécie de tiro de anus, com algum cheiro. o feijão-branco e o manteiga não têm grande relevancia.
o peido de grão. terrivel arma contra pessoas não constipadas. isto porque de todas as leguminosas, é sem duvida a proporciona os peidos mais fétidos. uma pançada de grão equivale a dizer que daí a umas horas o agente será digno de ser signatário plenipotenciário do compromisso de quioto, e persona non grata para quem quer que o acompanhe. dos piores aromas que o corpo humano produz é da digestão do grão, absolutamente putrefacto. peidos sonoros q.b., quentes sem serem acidos como os do chillie, e com tendencia para suster o cheiro durante largos periodos. bons para por fim a casamentos ou namoradas indesejáveis.
outros alimentos:
a couve lombarda. bom produtor de peidos, geralmente muito mal-cheirosos, mas com pouco som. têm um cheiro muito caracteristico, sem ser nefasto como o grão, mas ainda assim com grau de eficácia assinalavel. é a principal causa do cozido ser uma refeição peidorrenta. também muito eficaz quando guisada com salsichas, e mesmo em caldo verde.
as massas: porque ricas em fibras e hidratos de carbono, as massas permitem uma total libertação da tripa oprimida pelo cagalhão renitente. permitem a produção de peidos soberbos, sonoros e libertadores, e se forem condimentadas com um ovo batido, geralmente obteremos uns travos putrefactos nos peidos, antes de umas cagadas pastosas absolutamente divinais.
no capitulo das bebidas, destaco a cerveja. quem quer que já se tenha emborrachado com cerveja, sabe o quão liberta fica a tripa no day after. as miudas que sofrem com prisão de ventre gabam as belas cagadas com que são surpreendidas na manhã seguinte, libertando um obuz por vezes retido à 3 ou 4 dias, que as inchava e incomodava. os peidos são do pior. geralmente a cerveja proporciona umas cólicas devastadoras pela retenção dos gases que comporta, que serão aliviadas com series de peidos sonoros e fétidos. e é justamente isso q caracteriza o peido de jola: cólicas seguidas de sequências de peidos retemperadores. ou seja, durante um certo periodo a produção e evacuação de peidos é pródiga, seguida de algum vazio, que antecede a próxima cagada (porque a cerveja implica no dia seguinte pelo menos 2 ou 3 visitas ao vaso...). embora hajam registos de tardes inteiras de constante matraquear de nalguedo em periodo pós orgia etilica de cerveja, tal situação não é regra.
findo este post pedindo desculpas aos meus fieis leitores pela minha ausência, mas exigências do foro profissional têm-me tomado a paciência para escrever, e sobre peidos não é coisa que se escreva de animo leve.
há um nivel intelectual, cientifico e literário a manter, que não se compadece com negligências conceptuais, portanto prefiro não escrever a escrever com pouca vontade de o fazer. a bem da elevação no eter...
até uma próxima visita
há um nivel